Educação e Assistência em Portugal: ritmos e evolução
Resumo
Partindo do princípio que o sistema assistencial da monarquia constitucional assentou quer na consolidação da alargada rede de Misericórdias – instituições não eclesiásticas, com recursos financeiros próprios, sob tutela do Estado –, quer na estrutura hospitalar existente, de iniciativa régia, nobre ou corporativa, nas casas de expostos e, ainda que residual, nas confrarias e ordens terceiras, vindo as associações de piedade e beneficência a ser obrigadas a subsidiar o ensino primário da freguesia, compreende-se como as associações mutualistas, as associações de caridade, as benfeitorias individuais e as novas fundações – albergues nocturnos, asilos de infância e de idosos, creches e lactários, supervisionadas pelo Estado, preencheram o espaço assistencial e educativo resultante da expulsão das Ordens religiosas de Portugal. Assim se percebendo o papel desempenhado por essas agremiações e pelos gestos isolados aquando do regresso das Ordens.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.17346/se.vol21.240
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