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Let’s talk, shall we? – a oralidade no ensino do inglês em Portugal


 
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1. Título Título do documento Let’s talk, shall we? – a oralidade no ensino do inglês em Portugal
 
2. Autor Nome do Autor, afiliação institucional, país Cláudia Susana Martins; Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança; Portugal
 
2. Autor Nome do Autor, afiliação institucional, país Maria Nazaré Cardoso; Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança; Portugal
 
3. Assunto Área(s) do Conhecimento Didática da língua
 
3. Assunto Palavras-chave(s) métodos de ensino, oralidade, programas, metas curriculares, avaliação formal
 
4. Descrição Resumo

O presente trabalho tem por objetivo sintetizar as diferentes abordagens metodológicas ao longo dos séculos e refletir sobre as mesmas com o intuito de compreender a evolução do papel da oralidade na aprendizagem de línguas estrangeiras. Estas considerações surgem como a oportunidade para analisar a presença da oralidade no âmbito do ensino do inglês em Portugal. Com este objetivo em mente, realizamos uma averiguação da referência à oralidade nos documentos emanados pelo Ministério da Educação (posteriormente o Ministério da Educação e Ciência), isto é, nos Programas de Inglês datados dos anos 90, aos quais se seguiram a obrigatoriedade legal de avaliação formal da componente oral das línguas estrangeiras em 2007. Nesta caracterização do contexto português do ensino do inglês, afigura-se essencial a análise das Metas Curriculares e dos Cadernos de Apoio para o inglês para os 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico (publicados entre 2013 e 2015), no sentido de sublinhar a mudança paradigmática ocorrida com estas últimas inovações introduzidas na componente oral e no peso atual na avaliação dos alunos. Por último, procede-se a uma aferição da relevância do processo de avaliação externa do inglês, por meio da parceria com a Universidade de Cambridge e com base na realização do “Key for Schools” (em 2014) e do PET (em 2015), no final do 9.º ano. Nesta reflexão, importa igualmente fazer considerações sobre a implementação deste processo, assim como sobre os resultados destes dois testes, no sentido de aferir o grau de desenvolvimento da proficiência linguística em inglês dos nossos alunos.

 
5. Editora Editora, localização Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti - CIPAF
 
6. Contribuidor Patrocínio
 
7. Data (YYYY-MM-DD) 2015-12-23
 
8. Tipo Situação & gênero article
 
8. Tipo Tipo
 
9. Formato Formato do Documento PDF
 
10. Identificador Identificador Universal Único (URI) http://revista.esepf.pt:80/index.php/sabereducar/article/view/185
 
10. Identificador Digital Object Identifier http://dx.doi.org/10.17346/se.vol20.185
 
11. Fonte Título da Revista/conferência; V., No. (ano) Saber & Educar; n. 20 (2015): Perspetivas didáticas e metodológicas no Ensino Básico
 
12. Idioma Português=pt pt
 
14. Cobertura Localização geográfica, cronológica, amostra (género, idade, etc.)
 
15. Direitos Direitos de Autor e Permissões ##submission.copyrightStatement##
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/