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Call for papers: S&E 29

 

ESCOLAS ENCERRADAS: QUE EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE COVID-19?

Chamada a artigos Revista Saber & Educar, número 29, ano 2020

Submissões até 30 de outubro de 2020

 

A emergência inusitada da pandemia provocada pela Covid-19 tem-se vindo a traduzir em acentuadas disrupções sociais e económicas em todas as latitudes do globo. No âmbito da educação, a maioria dos países decidiu-se pelo encerramento temporário dos estabelecimentos escolares e a suspensão da frequência presencial dos alunos às aulas. Decorre dessa decisão que, em maio de 2020, se registavam, em todo o mundo, mais de 1,5 mil milhões de alunos fora dos estabelecimentos de ensino. Os países que encerraram as escolas encontraram formas muito diversificadas de dar continuidade aos processos de aprendizagem curriculares, promovendo, entre outras, modalidades de ensino online através de plataformas digitais, disponibilizando aulas através da televisão ou da rádio ou, ainda, recuperando as convencionais entregas de materiais didáticos em papel na casa dos alunos. Noutras latitudes, o ensino escolar ficou simplesmente interrompido.

Encontrando-se no terreno um conjunto vasto de estudos a coligir dados a respeito do encerramento escolar (e.g. UNESCO Survey on National Education Responses to COVID-19 School Closure), parece já ser possível identificar alguns impactos que este fenómeno teve neste período sobre os vários agentes – alunos, docentes, famílias, comunidades, lideranças escolares – e retirar ilações sobre aspetos tão distintos como as práticas pedagógicas implementadas, as ferramentas digitais utilizadas e as competências adquiridas, a qualidade da relação educativa estabelecida, os processos de socialização promovidos, a liderança escolar exercida, as políticas educativas adotadas, as (des)igualdades sociais entre alunos, entre outros aspetos considerados pertinentes em todos os níveis de ensino.

Perspetivando-se uma retoma gradual do ensino presencial na maioria dos países, importa fazer um balanço dos ganhos e das perdas alcançados neste período atípico vivido na educação e indagar sobre as aprendizagens feitas o que de melhor se deve, doravante, adotar. Com esse objetivo, o presente número 29 da Revista Saber & Educar é dedicado ao tema: “Escolas encerradas: que educação em tempos de Covid-19?” e pretende reunir um conjunto diversificado de contributos cientificamente sustentados que permita assinalar com rigor as marcas deixadas na educação desta nossa experiência coletiva extraordinária.

Data limite de submissão: Extensão 30 de outubro de 2020

Submissão:http://revista.esepf.pt/index.php/sabereducar/about/submissions#onlineSubmissions

Contactosrevistasabereducar@esepf.pt

 
Publicado: 2020-07-27
 

Publicação novo número S&E: S&E - N.º 27

 

 Revista Saber & Educar, n.º 27, ano 2019

«Compromissos Educativos na construção de uma Cidadania Saudável»

De acordo com estudos, trabalhos de investigação e projetos, cada vez mais é necessário ampliar os conhecimentos, as práticas e os saberes a propósito dos desafios de uma Cidadania Saudável.

Implicados nesta construção, propomo-nos repensar e atualizar os compromissos educativos a partir de dinâmicas de natureza interdisciplinar, para, deste modo, com uma visão holística e/ou um exercício participativo, poder aprofundar o desenvolvimento de experiências e significados democratizadores que ofereçam sentido aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030.

Neste cenário, e contando com o contributo e o envolvimento de diversas áreas de saber - a pedagogia, a antropologia, a psicologia, as ciências da saúde, entre outras -, é exigido, mais do que nunca, o diálogo “articulado” que terá como grande finalidade a concretização de uma praxis emancipadora dos sujeitos e de comunidades saudáveis. Que compromissos educativos são necessários para respeitar a nossa condição de ser humano, garantindo uma vida digna, saudável e solidária? Que dimensões de cidadania – cultural, social, política, económica, - devem ser prioritárias nos compromissos educativos, no sentido de concretizar uma praxis transformadora, tendo em conta as profundas desigualdades que nos habitam? Como articular pedagogicamente uma cidadania saudável com uma cidadania democratizadora que oferece sentido ao conjunto de valores que orientam processos emancipatórios e comprometidos com o desenvolvimento dos Direitos Humanos? Como respeitar valores universais e realidades culturais situadas, atendendo ao diálogo intercultural que (re)valoriza e cuida da diversidade? Que pressupostos estão subjacentes a uma comunidade saudável? Como é que uma comunidade saudável pode ser identificada com uma comunidade educativa crítica e, por tal, construtora de melhorias educativas, assegurando para uma educação de qualidade – com equidade – para todos e todas?

Organização deste número temático:

Daniela Gonçalves, ESE de Paula Frassinetti, Porto, Portugal, FEP-UCP/ECHR, SIeP da UAM; María Jesús Víton, Universidade Autónoma de Madrid (UAM) e SIeP da UAM

 
Publicado: 2020-07-14
 

Call for papers: S&E - N.º 28 (Encerrado)

 

Chamada a artigos Revista Saber & Educar, n.º 28, ano 2020

«Oportunidades e desafios em Educação Matemática»

Submissões até 30 de abril de 2020

 

No panorama nacional e internacional, reiteradamente somos confrontados com recomendações e orientações curriculares para a Matemática que, de modo ambicioso, estabelecem finalidades e objetivos educacionais, pretendendo que o sucesso de crianças e jovens nesta área tradicionalmente problemática esteja efetivamente ao alcance de todos. Os últimos resultados do PISA 2018 evidenciam os resultados atingidos pelos alunos portugueses na área de Matemática, em linha com os 492 pontos alcançados na edição anterior e três pontos acima da média dos países da OCDE (489 pontos). Numa análise mais generalizada, da responsabilidade do IAVE, desde 2003 que se assiste em Portugal a um crescimento significativo de seis pontos, contrariando a tendência ligeiramente negativa (menos 0,6 pontos) registada no conjunto dos países da OCDE em igual período. Em Espanha, os resultados apurados pelo PISA apontam, a partir de 2015, para uma inversão da tendência positiva que se registava desde 2006, verificando-se neste país, em 2018, níveis semelhantes aos registados na Lituânia e na Hungria. Quando se alarga esta análise a outras latitudes (continente americano e asiático, por exemplo), ressalta a estagnação (desde 2000) no nível de desempenho dos estudantes norte-americanos, destaca-se a persistência de níveis abaixo da média da OCDE no Brasil, Argentina e Panamá e continuam a sobressair, pela positiva, os resultados atingidos por China e Singapura em provas internacionais.

A par da multiplicação de propostas curriculares de intervenção específica, da implementação de projetos de intervenção de natureza intra ou interdisciplinar, do desenvolvimento de experiências pedagógicas devidamente enquadradas e da valorização e disseminação de boas práticas matemáticas assiste-se, concomitantemente, a uma notável produção investigativa centrada nos múltiplos aspetos implicados no ensino e na aprendizagem desta área disciplinar.

As dinâmicas e os resultados comprovados por este binómio formação-investigação criam condições que não poderão nem deverão ser negligenciadas por professores e decisores, nomeadamente pelos benefícios que possam significar na ainda necessária desconstrução ideológica de que pensar matematicamente é só para alguns, crença infundada epistemológica, praxeológica e até axiologicamente. Importa, pois, disseminar contributos e dinâmicas emergentes da investigação sobre contextos e práticas pedagógicas favoráveis à sua aprendizagem e reveladores de apropriação significativa deste tipo de conhecimento, bem como identificar desafios que lhe são colocados nos atuais cenários socioeducativos e fatores críticos que pareçam comprometer a sua aprendizagem e, por consequência, a eficácia do seu ensino.

Desejando contribuir para o reforço do corpus de conhecimento pedagógico-didático desta área – no âmbito do saber próprio desta disciplina e dos seus conteúdos, focado nos seus métodos e estratégias específicos, resultante de abordagens de cariz inovador, decorrente da utilização de recursos didáticos ou orientado para práticas e instrumentos destinados à sua avaliação, por exemplo –, para este número 28 da revista Saber e Educar convidamos investigadores interessados a partilhar pesquisas produzidas em/sobre Educação Matemática que possam estimular a adoção e concretização de propostas cientifico-pedagógicas consistentes, potenciando, por essas vias, a melhoria da qualidade das aprendizagens de natureza lógico-matemática e do seu ensino.

 

Organização deste número temático:

Isabel Cláudia Nogueira (Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti) e Teresa Férnandez Blanco (Universidad de Santiago de Compostela)

Data limite de submissão: Extensão 30 de abril de 2020

Submissão:http://revista.esepf.pt/index.php/sabereducar/about/submissions#onlineSubmissions

Contactosrevistasabereducar@esepf.pt

 
Publicado: 2020-01-13
 

Call for papers: A S&E não aceita submissões em tempo contínuo

 
A revista S&E apenas aceita submissões para as calls que figuram na plataforma.  
Publicado: 2018-02-23
 
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