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Call for papers: S&E - Nº26

 

“(TRANS)FORMAÇÃO EDUCATIVA E GESTÃO (FLEXÍVEL) DO CURRÍCULO”

O pensamento educacional contemporâneo está umbilicalmente ligado às opções políticas nacionais e internacionais. Em Education Policy Outlook 2015 - Making Reforms Happen (OCDE) é referido que, “para melhorar a qualidade do ensino ministrado nas escolas, as políticas devem centrar-se na mudança das práticas na sala de aula, no equilíbrio entre pressão e apoio externos, bem como na definição e prossecução dos objetivos de longo prazo.” Na sequência da publicação The Future of Education and Skills (Education 2030), foram vários os países europeus que intensificaram as reformas no ensino através de orientações curriculares que promovem a inovação pedagógica e a mudança educacional, a partir de uma conceção de currículo flexível, aberto e enriquecido que garanta, simultaneamente, um alicerce comum para todos os alunos e uma parte complementar e diferenciadora que vá ao encontro de motivações, preferências e facilidades individuais. Em Portugal, por exemplo, a recente legislação e a respetiva filosofia educacional que a precede – inclusão, autonomia e flexibilidade curricular – pretende promover uma mudança paradigmática nas escolas potenciando propostas mais ajustadas à forma como os alunos aprendem e, com isso, favorecer uma educação mais holística a gerar maior equidade social.

Importa, neste momento, identificar contributos emergentes dos caminhos que têm vindo a ser trilhados por alunos, professores e instituições escolares: que projetos se encontram a ser implementados e quais são os pressupostos que parecem assegurar essa implementação? De que forma(s) e com que impacto(s) as instituições de ensino (re)organizam os tempos de trabalho dos seus alunos e professores conciliando disponibilidades e responsabilidades? Que critérios estão a ser aplicados no agrupamento de alunos? Quais as principais (re)configurações em termos de avaliação das aprendizagens? Que (novas) oportunidades de aprendizagem e colaboração estão a emergir destes trajetos? Que constrangimentos parecem derivar da adoção de novos modos de ensinar e aprender e que perceções transparecem dos diferentes agentes das comunidades educativas?

Convidam-se as/os investigadoras/es a submeterem os seus manuscritos para este número 26 de Revista Saber & Educar.

Organização deste número temático: Daniela Gonçalves, ESE Paula Frassinetti

 

Data limite de submissão: 30 de junho de 2019

 

Submissão:http://revista.esepf.pt/index.php/sabereducar/about/submissions#onlineSubmissions

Contactosrevistasabereducar@esepf.pt

 
Publicado: 2019-05-09
 

Call for papers: A S&E não aceita submissões em tempo contínuo

 
A revista S&E apenas aceita submissões para as calls que figuram na plataforma.  
Publicado: 2018-02-23
 
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